W-Anibal

Diz o João Paulo Martins que não acredita em “verdadeiras” provas cegas, seja lá o que raio quer isso dizer. o que eu sei é que para mim, e  de loooonge,  Aníbal Coutinho é o melhor critico de vinhos português.

Agora com um projecto revolucionário

aqui

9 thoughts on “W-Anibal

  1. Paulo,
    Tenho seguido o trabalho do Anibal Coutinho na “Inter” e compreendo o que pode estar a sustentar tal afirmaçao. Contudo, julgo que esta tomada de posiçao parece-me um pouco precipitada😉. Mas, isto sou eu, muito conservador. eheheheh

  2. qual afirmação? a do Joao Paulo Martins?.. ele sabe muito bem que não é assim.
    Já vi marcas muito fortes comercialmente a não ficarem muito bem na fotografia nas criticas do Anibal, portanto não só, discordo da afirmação como a pratica demonstra exactamente o contrario.. por exemplo, não há vinho da quinta dos valados que receba uma pontuação de excelente na Revista de Vinhos-> Será do guaraná?
    LOL

  3. Caro Paulo Pacheco,

    Apesar de reconhecer méritos à prova cega, não nos podemos esquecer que numa prova deste tipo poderão surgir fortes embaraços, as penalizações a vinhos que normalmente lhe são atribuídas elevadas pontuações, assim como o constrangimento dos próprios avaliadores face ao erro, poderão facilmente acontecer, bastará para tal, que num belo dia de provas, os sentidos sensoriais dos avaliadores não se encontrarem no seu melhor, e única e exclusivamente por este facto, se põe causa trabalhos e projectos levados acabo por uma data de gente.

    Somente pelo facto destes riscos poderem ser minimizados com uma simples prova de reconfirmação ou com o alargamento do leque de provadores, eu não estou de acordo com João Paulo Martins. Caso contrário, certamente iremos encontrar várias gafes de amargo sabor. Caso contrário???

    Quanto ao Aníbal Coutinho, Rui Falcão, Maria João Almeida, João Paulo Martins …, cada um com o seu estilo. O que eu realmente acho penoso é quando ao mesmo vinho (marca, ano e ano de prova) um lhe atribui “14” e outro “17”.

    Mas caro Paulo dizer que “Aníbal Coutinho é o melhor crítico de vinhos português”, não será uma força de expressão?

  4. Paulo, ainda vou ser mais provocador. Sabes quem são os melhores criticos? Epá, nós todos. ehehehe

    Agora mais a sério, ultimamente não ligo muito ao que os críticos dizem. Muitas vezes falam de vinhos que nem sei se existem, outras vezes custam uma pipa de massa que tenho mesmo de passar ao lado.

    Um forte abraço

  5. a pagina 9 e 10 deste guia explica muita coisa… gostaria de ver algum outro critico fazer o mesmo.

    O que eu acho mal é “dar um jeitinho” á nota por ser “para que é!” essa é que é essa. E olhem que nem sempre é para favorecer.
    E se é para desfavorecer isso significa intenções … menos nobres digamos assim.

    Não acho que a critica “á vista” é má.. atenção!
    Temos por aqui dois exeleeeeeeentes exemplos de críticos á vista: O Pingus com a sua prosa que nos transporta para outros mundos, e o Rui Teixeira com uma clareza e limpeza invejáveis!

  6. Caros Amigos e desconhecidos amantes do vinho.
    Este é um tema que me agrada, mas sem sombra de duvidas nem devia comentar, mas depois de uma experiência até tomo a iniciativa.
    Claro que o Fazedor de opinião deve ter algumas vantagens ou cospe ou embebedasse.
    – mandem por lá a casa, provo lá.
    Dai a grande e velha disputa do “melhor”
    Quando vivi numa casa com uma cave com prateleiras de madeira e chão de terra, e guardava-mos legumes e outras produções da horta, também vinho e dai que variava o que lá se guardava.
    Nas provas de olhos fechados para formar opinião da melhor compra, preço\qualidade, ficou claro que o vinho provasse comprasse e bebesse.
    No ano é barato no seguinte uma surpresa no terceiro começa a desaparecer e no quarto tem pouco e o que resta do quinto é excelente caso contrario piora de ano para ano.
    Sera o mesmos com os escanções?

  7. estou triste, fui enganado, porque os vinhos da garrafeira ja não prestam. Comprava vinhos la eram todos bons, agora o mesmo diz que não prestam. Somos umas ilhazinhas, que não se faz nada sem deitar os outros abaixo, somos uns comerciantezinhos de bairro. que para valorizar o nosso o outro não presta. E nos vinhos e na restauração e em tudo, falar nao falta fazer e que são poucos. parti-me a rir a pouco num outro blog ” um rosbife de classe duas estrelas da michelim2 ATE PARECE QUE COMEU UM FRAGATA. dEIXEM A LOTA FAZER O EXELENTE TRABALHO QUE FAZ IMAGINO, O ESFORÇO QUE FAZEM PARA CONSEGUIR, TER UM E BOM MAIS NÃO ESTRAGO O TRABALHO DELES A QUE HAVER VARIEDADE ESCOLHA ISTO E UM ESPÇO DE IDEIAS E NÃO DE TRETAS

  8. eheheh deduzo que estejas a falar do nosso “amigo” que agora é freelancer.
    Mas ele sempre foi assim.. a capacidade de opinião dele tem tudo a haver com tudo..menos com a qualidade do vinho.

    A ultima dele é que agora anda a roubar-me clientes com o mesmo vinho. O gajo teve o vinho durante mais de um ano e nunca abriu um cliente que fosse (restauração). Agora é vê-lo a ir aos sítios onde já abri o cliente com o mesmo vinho e a “instalar-se”. Mas que bem que estamos…..

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