Gastronomia MARCA!
12 05 2008(hoje estou com pilhas novas
)
Ao cuidado de quem …. bem, vocês sabem quem.
Estava a pensar nesta história de os turistas estarem a decair, rotas canceladas, voos da SATA ás moscas, etc, quando pensei como já abaixo descrevi, que a nossa gastronomia não é bem “explorada”.
Estragar uma posta de cherne grelhado com uma mão cheia de uma pasta de alho, manteiga e toneladas de massa de pimenta, não é boa gastronomia e devia ser desapoiada!
Mas como fazer “florescer” a boa gastronomia no meio das restantes?
Uma boa forma de o fazer seria “matando dois coelhos de uma cajadada só”
RElembro que estes pratos só existem porque há quem os aprecie. O pior é que também há quem os ACONSELHE aos nossos turista que por descolherem outra realidade nossa ficam… MARCADOS!
como então matar esses coelhos de uma só vez?
bem.. e que tal se levassemos nós LÁ AOS PAISES DE ORIGEM DO TURISMO A NOSSA VERDADEIRA GASTRONOMIA?
Com as escolas profisionais (S.PEDRO, CAPELAS, etc)ou as entidades como a GARÇATAINHA, ou até mesmo com algum nosso bom restaurante que se disponha a tal, a participarem em eventos gastronómicos LÁ NO PAIS DELES!
Noruega e Suécia tem várias oportunidades destas!~
Assim promoviamos não só o nosso destino turistico, como também a nossa gastronomia. E quando cá chegassem os turistas já sabiam o que queriam! (assim também se criam os grandes produtos reconhecidos mundialmente)
não seria esta uma boa forma de … MARCAR?
Se calhar o melhor mesmo era reequacionar estas coisas das deslocações aos mercados emissores.
Elas são feiras. Elas são workshops. Elas são operações de charme. Elas são lançamentos de brochuras. Enfim… resumem-se quase sempre a um montão de cartazes.
Como não se consegue tele-transportar as experiências, o melhor mesmo é atrair os potenciais embaixadores do nosso destino turístico aos Açores.
Assim e a um custo residual, aproveitando-se os lugares vazios nos aviões e nos hotéis, vamos poder impregná-los com os nossos aromas e sabores e vamos fazê-los sentir na pele o nosso mar revigorante, o nosso vento fresco, as nossas temperaturas amenas.
Façamo-los andar de canoas; Façamo-los andar a cavalo; Façamo-los andar a pé; Façamo-los conhecer a nossa ruralidade e a nossa urbanidade; Façamo-los conhecer a segurança dos Açores.
Não lhes ofereçam buffets baratos e de baixa qualidade. O cozido é bom mas não é a única refeição que merece ser difundida. Há tantos restaurantes que procuram ser uma alternativa. Há até restaurantes que oferecem uma alternativa de qualidade e com padrões muito interessantes que provocam verdadeiras experiências gastronómicas mas que são continuamente ignorados pelos operadores e pelas autoridades nas tão desejadas viagens de familiarização.
Não lhes gravem na memória as vistas através dos vidros dos autocarros. Os autocarros são necessários apenas para os deslocar com rapidez de um lado para o outro mas, provocam náuseas e impressões «ao de leve».
Acreditem! Há muito para fazer!
Enfim… Palavras para quê?