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a supresa inesperada

Quem diria que num jantar superiormente regado com um Chryseia (complexo e profundo) e um Quinta do Noval (uma “bomba” do Douro cheio de esplendor ainda por domar, com madeira de altissima qualidade ) pudesse ser o “em jeito de aperitivo” quinta do Crasto 2006.

Um vinho novo (muito novo) cheio de pujança com  futa compotada em quantidade abundante (quase em exagero) . Não fosse o esplendoroso alcool e a superior qualidade do fruto podia-se  “estar” a beber um vinho doce… daqueles ainda por fermentar.

Claro que a comida pedia algo mais deste género, claro que o chataux Margaux ( de 1997 com cor ainda intensa parecendo jovem,  sabor a couro e especiarias apimentadas, aromas mistos de fruta passada, muito, muuuito complexo) no fim deu uma “abada” em todos os outros. Mas ainda assim a supresa…  foi o modesto (modesto por quê?)  Quinta do Crasto.

Mas se calhar estava era muito calor  ;)

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  1. 3, Março 2008 ás 10:17 pm | #1

    Não vale a pena virem com 586 comentários e 986987595 emails a dizer que uma: supresa – inesperada é uma redundancia.
    Eu sei!
    mas fica giro,
    e as “coisas” também se querem giras.
    pode ser?

  2. 4, Março 2008 ás 10:32 pm | #2

    Anda-se a beber bem por esses lados.

    Bebi uma dessas (ou foi 2005???) o outro dia depois de um Quinta das Baceladas 2001 e não teve pedalada nenhuma. Bem sei que a ordem deveria ter sido inversa, mas uma pareceu primeiro do que a outra!

    ;)

  1. 11, Abril 2008 ás 5:21 am | #1