a supresa inesperada
3 03 2008Quem diria que num jantar superiormente regado com um Chryseia (complexo e profundo) e um Quinta do Noval (uma “bomba” do Douro cheio de esplendor ainda por domar, com madeira de altissima qualidade ) pudesse ser o “em jeito de aperitivo” quinta do Crasto 2006.
Um vinho novo (muito novo) cheio de pujança com futa compotada em quantidade abundante (quase em exagero) . Não fosse o esplendoroso alcool e a superior qualidade do fruto podia-se “estar” a beber um vinho doce… daqueles ainda por fermentar.
Claro que a comida pedia algo mais deste género, claro que o chataux Margaux ( de 1997 com cor ainda intensa parecendo jovem, sabor a couro e especiarias apimentadas, aromas mistos de fruta passada, muito, muuuito complexo) no fim deu uma “abada” em todos os outros. Mas ainda assim a supresa… foi o modesto (modesto por quê?) Quinta do Crasto.
Mas se calhar estava era muito calor ![]()
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