pão do rei

31 03 2008

abriu em Ponta Delgada uma boutique de pão.

Uma boutique de pão é uma forma  de lhe dizerem  -a sí cliente -que vai pagar caro pelo pão.

No entanto normalmente o pão costuma ser muito saboroso principalmente devido á sua imensa frescura -muitas vezes o pão ainda está quente.

Esta é a segunda boutique que abre pois há alguns anos atrás existia o pão quente, que entretanto fechou.

O pão do Rei não foge á regra. O pão é bom ou muito bom. Os croissants também o são e existem coisas novas como a bôla e outras iguarias.

Até aqui tudo bem.

o problema é a consistencia.

Ora o pão está queimado, ora está levedo demais, ora o croissant está massudo (horrivel) enfim há de tudo.

Na ultima ida (e eu vou bastante) o pão estava pior do que qualquer padaria em fim de tarde a vender pão com 18horas.

Ou seja,vale a visita, mas não se esqueçam que poderão “apanhar” um dia mau

Ahh- por favor não me venham com tretas que o padeiro ficou doente ou que  quando se faz uma coisa nova vem todos criticar, etc.

O pão no supermercado manteiga é optimo há anos!

Já aqui falei dele bem e nunca me desiludiu! portanto..





e os Açores ficam em…ultimo?

24 03 2008




Casa Ermelinda Freitas syrah

22 03 2008

“o melhor do mundo”…

e talvez quiça também o melhor na rua dele!!

porque não me merece grandes comentários uma asneira dos OCS destas, deixo-vos as palavras do meu companheiro nestas andanças  o bom alentejano!





Tarte de Maçã Cremosa

21 03 2008

A receita original é das Rainhas do Lar, mas a receita em que me baseei foi tirada do Caos na Cozinha (um nome de blog muito mais ao meu jeito). Já sabem que o que a seguir vem descrito foi baseado nas receitas anteriores… e pouco mais ;)

Ingredientes: 3 maçãs reinetas, 100 gr de açúcar, 1 lata de leite condensado, 200ml de natas,  2 colheres de café de canela em pó; 3 gemas; 6 gotas de essência de baunilha, 3 folhas (pequenas) de gelatina incolor.

Picar:: as maçãs em pequenos gomos e juntar a uma panela

Maça acucar e canela

Amaciar:: ligar o lume á panela e juntar o açúcar, mexer até a maçã começar a desfazer-se. Juntar 1 colher de canela e triturar com a “varinha mágica” mas ainda deixando alguns grumos.

maça macerada

Tarte:: adicionar o preparado a uma base de tarte já fria.

Creme:: Noutra panela juntar o leite condensado, as gemas batidas e a essência de baunilha.

Cremoso

Mexer em lume brando até a mistura se apresentar mais liquida e bem ligada.

3 fases

Gelatina:: num pequeno recipiente que possa ir ao lume adicione a gelatina já demolhada. Ligue o lume e segure o recipiente bem acima do lume com uma mão enquanto com a outra vai mexendo até dissolver por completo a gelatina - Desse modo o resultado final não irá apresentar pequenos pedaços que não se dissolveram e que são sempre muito desagradáveis. Juntar a gelatina ao creme mexendo bem e por fim adicione as natas.

Montar:: Despeje o creme por cima das maçãs trituradas. Polvilhe com canela e açúcar e leve ao frigorífico pelo menos duas horas antes de servir.

Servir em prato

tarte de maça cremosa

Bom apetite!!





Base de tarte de bolacha

21 03 2008

Esta é uma base de bolacha para tartes, que tem como particularidade ter uma consistência similar á massa areada mas com um sabor um pouco mais intenso. é também muuuito facial de fazer.

Utilizo esta base para a tarte de maçã ( a postar já de seguida) :

ingredientes:: 300gr de bolachas - As bolachas podem ser : bolacha Maria ou bolacha tostada, ou ainda uma combinação das duas sendo que a bolacha Maria resulta numa base mais doce.

manteiga:: 125gr

1 ovo:

Tritura-se as bolachas no 1,2, 3, e passa-se para um recipiente.

bolachas

Ás bolachas adiciona-se a manteiga derretida e com as mãos trabalha-se de modo a ligar o “crumble”. Quando a manteiga estiver já bem integrada junta-se o ovo, previamente batido, resultando uma massa bem ligada.

bolachas e manteiga

Forra-se a tarteira com a massa e leva-se ao forno préviamente aquecido a 200ºC por 15 minutos.

Por vezes é necessário picar o fundo para não levantar no forno.

Depois de cozida deve-se deixar arrefecer antes de juntar qualquer ingrediente, já que esta quando fria fica dura e consequentemente impermeável.

base no forno

Agora é só juntar o resto da tarte.





“Tou” rismo

17 03 2008

Vamos brincar ao turismo:

Primeiro apostamos nas paisagens e praias para promover a terra e ganhar mercado.

Depois, destruimos uma zona tipica e genuina á beira mar e construimos prédios de 12 andares a tapar tudo.

Depois destruimos a bacia citadina mais bonita que temos e enfiamos um “mastotonde” de betão a meio.

Depois só abrimos as Lagoas a visitas  a partir de Maio e mesmo assim só até Setembro (aí canarinhos)

Depois, promovemos provas de motociclismo (com barracas e tudo) para os pontos de maior atracão turística.

Depois, só vigiamos e limpamos as praias, quando já há meses temos por lá os turistas e locais a usufruir daquilo que foi antes  “promovido”

Depois arrancamos as  arvores todas da maior rotunda da cidade….

Depois, no fim … mas mesmo no fim….

não percebemos porque não temos turismo de qualidade.





a supresa inesperada

3 03 2008

Quem diria que num jantar superiormente regado com um Chryseia (complexo e profundo) e um Quinta do Noval (uma “bomba” do Douro cheio de esplendor ainda por domar, com madeira de altissima qualidade ) pudesse ser o “em jeito de aperitivo” quinta do Crasto 2006.

Um vinho novo (muito novo) cheio de pujança com  futa compotada em quantidade abundante (quase em exagero) . Não fosse o esplendoroso alcool e a superior qualidade do fruto podia-se  “estar” a beber um vinho doce… daqueles ainda por fermentar.

Claro que a comida pedia algo mais deste género, claro que o chataux Margaux ( de 1997 com cor ainda intensa parecendo jovem,  sabor a couro e especiarias apimentadas, aromas mistos de fruta passada, muito, muuuito complexo) no fim deu uma “abada” em todos os outros. Mas ainda assim a supresa…  foi o modesto (modesto por quê?)  Quinta do Crasto.

Mas se calhar estava era muito calor  ;)